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Domingo, 18 de abril de 2021
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Coluna

Pandemia e o Perigo dos Cemitérios

Necrochorume traz doenças e contamina águas

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     Em média de 30 dias após uma alta de enterros, bactérias Putrescina e Cadaverina, naturais do necrochorume podem se multiplicar de modo acelerado, contaminar águas em média de 400m a jusante (a baixo da vertente) principalmente poços e rios próximos e trazer picos de doenças como hepatite A, tuberculoses, febre tifoide, escarlatinas e outras.

     No Paraná e em várias cidades do Brasil, áreas urbanas e residenciais vizinhas aos cemitérios são focos de risco. Precisam de monitoramento inclusive nas águas de Rios da região que recebem lençol freático com infiltrações diretas dos cemitérios e áreas como condomínios que extraem águas subterrâneas de poços a jusante dos cemitérios merecem atenção ainda maior, pois sua captação pode ser contaminada.

     Maior pico de óbitos de brasileiros e paranaenses foi neste período 2021 com destaque ao mês de Março, assim, em Abril o risco de contágios por derivados do necrochorume é maior e pode arrastar em até 3 anos o perigo.

@profsta ♻️ #profsta

Fonte/Créditos: @profsta

Créditos (Imagem de capa): @profsta

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