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Vereador suspeito de fraudar voto na Câmara de Curitiba renuncia ao cargo

Valdemir Soares (PRB) entregou carta de renúncia na manhã desta quarta-feira (6)
Vereador suspeito de fraudar voto na Câmara de Curitiba renuncia ao cargo
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Vereador suspeito de fraudar voto na Câmara de Curitiba renuncia ao cargo

Diego Antonelli / Gazeta do Povo

Valdemir Soares (PRB) entregou carta de renúncia na manhã desta quarta-feira (6)

Suspeito de votar no lugar da vereadora Julieta Reis (DEM) durante a análise de uma emenda na quinta-feira passada (31), o vereador Valdemir Soares (PRB) renunciou ao cargo na Câmara Municipal nesta quarta (6). Na sessão plenária desta manhã, ele entregou ao presidente da Casa, Aílton Araújo (PSC), uma carta que oficializa a renúncia. Em discurso que durou 30 minutos, o agora ex-parlamentar disse que está com consciência tranquila e negou que tenha votado pela Julieta. “Não cometi dano e não votei pela vereadora, não fiz qualquer conduta que atravessasse a ética e o decoro parlamentar”, afirmou.

Ele afirmou que sai do cargo pela “porta da frente” e com “consciência tranquila”. “Aprendi que não basta ser honesto; tem que parecer honesto. Sempre fui honesto e pareci honesto”, disse durante o discurso.Segundo ele, a maneira que foi exposta a situação perante o público contribuiu para ele tomar a decisão de abdicar do cargo. “Da forma que foi colocada e pontuada toda a situação, não pareceu honesto da minha parte permanecer, ainda que honesto e com a consciência limpa e tranquila”, apontou.

Nas eleições de 2012, o pastor Valdemir recebeu 12.725 votos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele foi eleito vereador de Curitiba pela primeira vez em 2000, sendo reconduzido ao cargo também nos pleitos de 2004 e 2008.

“Não esperava que minha atitude causasse tanta comoção e que tivesse tantas pessoas que se preocupassem de forma tão direta com o nosso mandato, como nosso trabalho”, afirmou o ex-vereador. “Com essa imagem (refere- se ao vídeo que supostamente mostra o vereador fraudando o voto), até de maneira deturpada, não sei se teve edição ou não, que aparentemente poderia constar de minha parte uma desonestidade, não me sinto tranquilo em estar aqui nos próximos oito meses”, completou.

Ele disse ainda que tem certeza que seria absolvido no processo que o investigaria e que foi protocolado na terça-feira (5)pela Juliete Reis. “Pelas conversas que tive com os vereadores, teria apoio dos pares por conhecerem minha conduta, por conviverem comigo. Mesmo assim, achei melhor tomar essa atitude”, discursou.

Ele disse que foi exposto ao “sangramento público” sem a oportunidade de se defender. “Este meu exemplo de renúncia deveria ser seguido por todos os políticos que são contestados no país”, afirmou Valdemir, que também disse estar tranquilo perante a “justiça divina”.

O líder comunitário Edson Pereira Rodrigues, conhecido como Edson do Parolin (PSDB), é quem deve assumir a vaga deixada pelo pastor. No entanto, a assessoria jurídica da Câmara analisará quem ocupará a cadeira parlamentar.

O caso

Durante a sessão desta terça, a vereadora protocolou uma denúncia contra o vereador por quebra de decoro parlamentar. Caso a denúncia fosse comprovada pela Corregedoria da Câmara Municipal, Soares poderia ter o mandato cassado e também poderia se tornar inelegível nas eleições deste ano. Se confirmar a renúncia, poderá concorrer no pleito de outubro.

O vereador ainda afirmou que existem muitas falhas no sistema de votação e que não é culpado das acusações. “Estou saindo com sentimento de dever cumprido, por respeito a todos que me apoiam”, afirmou.

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Valdemir Soares (PRB) entregou carta de renúncia na manhã desta quarta-feira (6)

Suspeito de votar no lugar da vereadora Julieta Reis (DEM) durante a análise de uma emenda na quinta-feira passada (31), o vereador Valdemir Soares (PRB) renunciou ao cargo na Câmara Municipal nesta quarta (6). Na sessão plenária desta manhã, ele entregou ao presidente da Casa, Aílton Araújo (PSC), uma carta que oficializa a renúncia. Em discurso que durou 30 minutos, o agora ex-parlamentar disse que está com consciência tranquila e negou que tenha votado pela Julieta. “Não cometi dano e não votei pela vereadora, não fiz qualquer conduta que atravessasse a ética e o decoro parlamentar”, afirmou.

Ele afirmou que sai do cargo pela “porta da frente” e com “consciência tranquila”. “Aprendi que não basta ser honesto; tem que parecer honesto. Sempre fui honesto e pareci honesto”, disse durante o discurso.Segundo ele, a maneira que foi exposta a situação perante o público contribuiu para ele tomar a decisão de abdicar do cargo. “Da forma que foi colocada e pontuada toda a situação, não pareceu honesto da minha parte permanecer, ainda que honesto e com a consciência limpa e tranquila”, apontou.

Nas eleições de 2012, o pastor Valdemir recebeu 12.725 votos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele foi eleito vereador de Curitiba pela primeira vez em 2000, sendo reconduzido ao cargo também nos pleitos de 2004 e 2008.

“Não esperava que minha atitude causasse tanta comoção e que tivesse tantas pessoas que se preocupassem de forma tão direta com o nosso mandato, como nosso trabalho”, afirmou o ex-vereador. “Com essa imagem (refere- se ao vídeo que supostamente mostra o vereador fraudando o voto), até de maneira deturpada, não sei se teve edição ou não, que aparentemente poderia constar de minha parte uma desonestidade, não me sinto tranquilo em estar aqui nos próximos oito meses”, completou.

Ele disse ainda que tem certeza que seria absolvido no processo que o investigaria e que foi protocolado na terça-feira (5)pela Juliete Reis. “Pelas conversas que tive com os vereadores, teria apoio dos pares por conhecerem minha conduta, por conviverem comigo. Mesmo assim, achei melhor tomar essa atitude”, discursou.

Ele disse que foi exposto ao “sangramento público” sem a oportunidade de se defender. “Este meu exemplo de renúncia deveria ser seguido por todos os políticos que são contestados no país”, afirmou Valdemir, que também disse estar tranquilo perante a “justiça divina”.

O líder comunitário Edson Pereira Rodrigues, conhecido como Edson do Parolin (PSDB), é quem deve assumir a vaga deixada pelo pastor. No entanto, a assessoria jurídica da Câmara analisará quem ocupará a cadeira parlamentar.

O caso

Durante a sessão desta terça, a vereadora protocolou uma denúncia contra o vereador por quebra de decoro parlamentar. Caso a denúncia fosse comprovada pela Corregedoria da Câmara Municipal, Soares poderia ter o mandato cassado e também poderia se tornar inelegível nas eleições deste ano. Se confirmar a renúncia, poderá concorrer no pleito de outubro.

O vereador ainda afirmou que existem muitas falhas no sistema de votação e que não é culpado das acusações. “Estou saindo com sentimento de dever cumprido, por respeito a todos que me apoiam”, afirmou.

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Diego Antonelli / Gazeta do Povo

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