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Primeiro turno das eleições parlamentares do Haiti termina com 3 mortes e mais de 130 detidos

Não vamos atuar como se fôssemos vencedores, mas também não vamos fazê-lo como se fôssemos derrotados”
Primeiro turno das eleições parlamentares do Haiti termina com 3 mortes e mais de 130 detidos
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Primeiro turno das eleições parlamentares do Haiti termina com 3 mortes e mais de 130 detidos

Opera Mundi

 Não vamos atuar como se fôssemos vencedores, mas também não vamos fazê-lo como se fôssemos derrotados”, afirmou primeiro-ministro ao avaliar votação.

Três pessoas morreram no Haiti, vítimas de violência por conta da realização do primeiro turno das eleições parlamentares neste domingo (10/08), segundo declarações do primeiro-ministro do país, Evans Paul, à imprensa. Além disso, três agentes policiais ficaram feridos e 137 pessoas foram detidas, enquanto 4% dos centros eleitorais foram alvos de algum tipo de atentado. O resultado da votação deverá ser divulgado entre oito e dez dias.

Paul afirmou nesta segunda-feira (10/08) que, diante dos ocorridos, não está “nem feliz, nem descontente” e disse estar aliviado com o fim do pleito. “Não vamos atuar como se fossemos vencedores, mas também não vamos fazê-lo como se tivéssemos sido derrotados”, disse à imprensa.

Como previsto anteriormente, a participação na votação foi de 15%. Isso se deve, de acordo com o presidente do CEP (Conselho Eleitoral Provisório) haitiano, Pierre Louis Opont, aos atos de violência e ao fato de o voto não ser obrigatório.

Somente em Porto Príncipe, capital do país, três colégios eleitorais foram fechados após enfrentamentos entre opositores ao processo eleitoral. Meios de comunicação locais reportaram ainda que em Savanette, no centro do país, a votação foi suspensa após terem sido registrados disparos na rua.

Opont ressaltou, no entanto, que, “em termos gerais”, foi cumprido o objetivo eleitoral para eleger 139 parlamentares, entre os mais de 1.850 candidatos.

As eleições são as primeiras realizadas no país desde 2011, quando o atual presidente, Michel Martelly, assumiu o cargo e ocorreram com três anos de atraso.

Agressões

Gary Jean-Baptiste, partidário de Martelly, foi assassinado por desconhecidos no domingo. Como vingança a sua morte, outros dois homens também teriam sido mortos.

Nestor Michelet, candidato à presidência do Haiti pelo Correch (Coalizão para a Convenção da Reconstrução da Reconciliação dos Cidadãos Haitianos), foi ferido neste domingo. Os três agressores fugiram após o ato.

Com diversas fraturas e um braço quebrado, Michelet foi hospitalizado. “Eu espero que nós possamos coletivamente criar um marco na democracia, um sinal de preparo para nossos irmãos e irmãs no Caribe, América Latina e ao redor do mundo, e ao mesmo tempo, fazê-lo com adesão às regras do Estado de direito. (…) Eu vou continuar a resistir e lutar pelo meu país e seu potencial”, disse o candidato em um comunicado.

Eleições

Esta será a segunda vez na história que um presidente haitiano entregará o posto após a realização de eleições democráticas. Serão eleitos o presidente, 20 senadores, 119 deputados para a Assembleia Nacional, 140 prefeitos e 1.280 representantes da administração local. No total, há mais de 1.853 candidatos.

Devido ao atraso da votação, desde janeiro não há um Parlamento eleito em atuação no país e Martelly governa por decreto.

O segundo turno das eleições legislativas será realizado no dia 25 de outubro, mesmo dia do primeiro turno para presidente do país. O segundo turno das presidenciais está prevista para 27 de dezembro.

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 Não vamos atuar como se fôssemos vencedores, mas também não vamos fazê-lo como se fôssemos derrotados”, afirmou primeiro-ministro ao avaliar votação.

Três pessoas morreram no Haiti, vítimas de violência por conta da realização do primeiro turno das eleições parlamentares neste domingo (10/08), segundo declarações do primeiro-ministro do país, Evans Paul, à imprensa. Além disso, três agentes policiais ficaram feridos e 137 pessoas foram detidas, enquanto 4% dos centros eleitorais foram alvos de algum tipo de atentado. O resultado da votação deverá ser divulgado entre oito e dez dias.

Paul afirmou nesta segunda-feira (10/08) que, diante dos ocorridos, não está “nem feliz, nem descontente” e disse estar aliviado com o fim do pleito. “Não vamos atuar como se fossemos vencedores, mas também não vamos fazê-lo como se tivéssemos sido derrotados”, disse à imprensa.

Como previsto anteriormente, a participação na votação foi de 15%. Isso se deve, de acordo com o presidente do CEP (Conselho Eleitoral Provisório) haitiano, Pierre Louis Opont, aos atos de violência e ao fato de o voto não ser obrigatório.

Somente em Porto Príncipe, capital do país, três colégios eleitorais foram fechados após enfrentamentos entre opositores ao processo eleitoral. Meios de comunicação locais reportaram ainda que em Savanette, no centro do país, a votação foi suspensa após terem sido registrados disparos na rua.

Opont ressaltou, no entanto, que, “em termos gerais”, foi cumprido o objetivo eleitoral para eleger 139 parlamentares, entre os mais de 1.850 candidatos.

As eleições são as primeiras realizadas no país desde 2011, quando o atual presidente, Michel Martelly, assumiu o cargo e ocorreram com três anos de atraso.

Agressões

Gary Jean-Baptiste, partidário de Martelly, foi assassinado por desconhecidos no domingo. Como vingança a sua morte, outros dois homens também teriam sido mortos.

Nestor Michelet, candidato à presidência do Haiti pelo Correch (Coalizão para a Convenção da Reconstrução da Reconciliação dos Cidadãos Haitianos), foi ferido neste domingo. Os três agressores fugiram após o ato.

Com diversas fraturas e um braço quebrado, Michelet foi hospitalizado. “Eu espero que nós possamos coletivamente criar um marco na democracia, um sinal de preparo para nossos irmãos e irmãs no Caribe, América Latina e ao redor do mundo, e ao mesmo tempo, fazê-lo com adesão às regras do Estado de direito. (…) Eu vou continuar a resistir e lutar pelo meu país e seu potencial”, disse o candidato em um comunicado.

Eleições

Esta será a segunda vez na história que um presidente haitiano entregará o posto após a realização de eleições democráticas. Serão eleitos o presidente, 20 senadores, 119 deputados para a Assembleia Nacional, 140 prefeitos e 1.280 representantes da administração local. No total, há mais de 1.853 candidatos.

Devido ao atraso da votação, desde janeiro não há um Parlamento eleito em atuação no país e Martelly governa por decreto.

O segundo turno das eleições legislativas será realizado no dia 25 de outubro, mesmo dia do primeiro turno para presidente do país. O segundo turno das presidenciais está prevista para 27 de dezembro.

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Fonte

Opera Mundi

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