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Por que Chaves é um fenômeno permanente no Brasil

Exibido na televisão do país desde os anos 80, seriado mexicano de Roberto Gómez Bolaños ainda cativa espectadores
Por que Chaves é um fenômeno permanente no Brasil
ROBERTO GÓMEZ BOLAÑOS SE FORMOU ENGENHEIRO CIVIL, MAS DEIXOU A PROFISSÃO PARA SE TORNAR ROTEIRISTA
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Por que Chaves é um fenômeno permanente no Brasil

Cesar Gaglioni / NEXO

Exibido na televisão do país desde os anos 80, seriado mexicano de Roberto Gómez Bolaños ainda cativa espectadores de diversas gerações

Em agosto de 1984, canal SBT exibiu “Chaves” pela primeira vez na televisão brasileira. O programa humorístico mexicano começou a ser produzido na década de 70, mas chegou ao Brasil apenas no decênio seguinte, e se tornou um sucesso de público e de audiência que perdura há 35 anos.

Além de angariar fãs de várias gerações no país e inspirar pesquisas acadêmicas, a série já deu origem a um desenho animado, um videogame e um musical, que estreou em agosto de 2019 em São Paulo.

Roberto Gómez Bolaños, conhecido no México como “Chespirito” (um pequeno Shakespeare), criou o personagem Chaves como uma esquete de seu programa, intitulado com o apelido. Na primeira aparição, o garoto aparecia ao lado da Chiquinha (Maria Antonieta de las Nieves), tentando comprar balões vendidos pelo seu Madruga (Ramón Valdés) que, nessa versão, não era pai da menina.

O esquete do Chaves no programa “Chespirito” foi bem recebido pelo público, fazendo com que Bolaños escrevesse mais histórias com o personagem e, posteriormente, criasse um programa pr??prio para ele.

Ao todo, Chaves apareceu em cerca de 300 episódios, entre os que integraram o programa “Chespirito” e os produzidos no seriado “El Chavo del Ocho”. Ambos foram transmitidos no Brasil como “Chaves”.

A chegada ao Brasil
Silvio Santos lançou o SBT em 1981, época em que firmou um acordo com o canal Televisa para exibir as novelas mexicanas produzidas pela emissora.

A parceria se mostraria duradoura e, em 1984, a Televisa ofereceu ao canal brasileiro um pacote de novelas e programas variados. O contrato previa que, se o SBT comprasse as atrações, deveria obrigatoriamente exibi-las. Uma delas era “El Chavo del Ocho”.

Silvio viu algumas das fitas de “El Chavo del Ocho”. Os executivos do SBT acharam que o programa tinha uma péssima qualidade de produção e um humor ingênuo. Nesse momento, Silvio decidiu que compraria o programa.

Em agosto de 1984, “Chaves” foi exibido pela primeira vez no Brasil, dentro do programa "TV Powww!".

Chaves: o coringa do SBT
Desde que começou a ser exibido, “Chaves” é um sucesso de público e de audiência, com números sempre em alta.

Em 30 de julho de 2012, a reprise de “Chaves” superou a audiência dos Jogos Olímpicos de Londres. A prova de ginástica masculina, exibida pela Record, teve 6 pontos de audiência, enquanto o seriado do SBT se manteve com 8 pontos no mesmo horário. Cada ponto de audiência equivale a cerca de 73 mil domicílios com televisão.

No começo de 2017, “Chaves” voltou à programação do SBT após um período fora do ar. A estratégia fez com que a audiência do canal dobrasse naquele horário, com picos de 9,5 pontos.

O fato de ser querido pelo público fez com que o seriado mexicano se tornasse uma espécie de coringa do SBT, sendo exibido sempre que uma faixa de horário na programação apresentasse resultado abaixo do esperado.

Em 2018, o Grupo Globo comprou os direitos de transmissão de “Chaves” na TV paga, e passou a exibir o seriado no canal Multishow. Segundo o site TV Foco, o contrato desagradou Silvio Santos, que sentiu que sua parceria com a Televisa poderia estar ameaçada.

Por que Chaves segue cativando brasileiros
Ludimila Stival Cardoso é mestre em comunicação pela Universidade Federal de Goiás. Em sua dissertação de mestrado, ela argumenta que o seriado é um sucesso constante no Brasil por conta do lado humano dos personagens.

O artigo da pesquisadora afirma que “Chaves” traz personagens que representam estereótipos, o que leva os espectadores a projetarem emoções nos mesmos e torna as situações cômicas uma espécie de catarse.

Alguns dos estereótipos construídos pela série são “o garoto mimado” (Quico), “a malandra” (Chiquinha), a “mãe superprotetora” (Dona Florinda) e o “intelectual bonachão” (Professor Girafales).

Gustavo Berriel fundou em 2002 o fã-clube Chespirito Brasil e, desde 2006, participa das dublagens da obra de Bolaños. Originalmente, ele dublou os personagens Nhonho e o carteiro Jaiminho, e posteriormente também assumiu a voz do senhor Barriga.

Berriel disse ao Nexo que toda a obra de Chespirito apresenta elementos de clássicos do humor, como “O Gordo e o Magro” e os filmes de Charles Chaplin. Para ele, não existe uma única explicação por trás do sucesso permanente de “Chaves” no Brasil.

“É um sucesso que foi acontecendo naturalmente. Ele consegue captar a paixão de várias gerações por não ser datado, é um humor com situações atemporais, salvo algumas exceções. E isso contribui muito para esse sucesso constante. Ele não é um sucesso só no SBT, você pode ver o mesmo sucesso nas exibições do Multishow, no YouTube e em outras plataformas de mídias sociais”, afirmou.

O dublador também vê em “Chaves” uma grande qualidade textual, vinda de Bolaños, aliada a uma excelente performance dos outros atores que davam vida aos personagens da vila.

A América Latina na tela
Ao G1, Ludimila Stival Cardoso afirmou que a série consegue representar a relação entre os Estados Unidos e a América Latina. Para a pesquisadora, o senhor Barriga, o dono da vila em que a série se passa, representa os EUA, enquanto os moradores da vila representam os países latinos.

"O Senhor Barriga aparece como representante do lado Norte da América, os Estados Unidos, que detém o dinheiro e os meios de produção. Ele é o dono do local onde todos vivem e mostra uma representação da relação de poder dos Estados Unidos em relação aos países da América Latina principalmente nas décadas de 70 e 80”, disse.

Na série, a dona Florinda é retratada como a viúva de um capitão da Marinha mexicana. Antes dos eventos do seriado, a personagem e seu filho, Quico, eram muito ricos. Porém, com a morte de seu marido, ela acabou perdendo boa parte de sua fortuna. Para Cardoso, dona Florinda representa os países latino-americanos que passaram por crises econômicas.

A pesquisadora aponta o seu Madruga, que sempre está devendo o pagamento de seus aluguéis para o senhor Barriga, como uma analogia aos países que postergam o pagamento de suas dívidas, declarando moratória.

Representar a América Latina na tela era uma preocupação de Chespirito. Um de seus mais famosos personagens, o Chapolin Colorado, nasceu como uma paródia aos super-heróis dos Estados Unidos. O Chapolin tinha características completamente opostas às de figuras como o Batman e o Superman: não era ágil, nem forte e nem astuto, mas sempre era representado como uma figura de grande integridade moral e bondade.

Em artigo publicado pela revista História em Curso no ano de 2012, Daiana Maria da Silva, historiadora formada pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, argumenta, ao lado de outros autores, que o Chapolin Colorado é uma forte crítica à imposição da cultura americana no cotidiano dos países latinos.

Em 2006, a Televisa fez um movimento para apresentar o Chaves para novos públicos e gerações, criando “Chaves em desenho animado”, uma série em animação que trazia adaptações dos episódios mais famosos da série original e aventuras inéditas na vila.

A animação durou até 2014 e teve 135 episódios, divididos em sete temporadas. Dois anos antes do final do desenho, a Televisa lançou o jogo de videogame “El Chavo Kart”, o primeiro da franquia, que colocou os personagens da vila em pistas de corrida, em um formato similar ao jogo “Mario Kart”.

No Brasil, a Televisa levou o Chaves para o teatro. A peça “Chaves: um tributo musical” estreou em agosto de 2019, com temporada até o final de setembro. O espetáculo homenageia a obra de Chespirito como um todo, com cenas completas passadas na vila, trazendo o personagem e seus amigos. A peça contou com produção da Televisa, do SBT e de Roberto Gómez Fernández, o filho de Bolaños.

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Exibido na televisão do país desde os anos 80, seriado mexicano de Roberto Gómez Bolaños ainda cativa espectadores de diversas gerações

Em agosto de 1984, canal SBT exibiu “Chaves” pela primeira vez na televisão brasileira. O programa humorístico mexicano começou a ser produzido na década de 70, mas chegou ao Brasil apenas no decênio seguinte, e se tornou um sucesso de público e de audiência que perdura há 35 anos.

Além de angariar fãs de várias gerações no país e inspirar pesquisas acadêmicas, a série já deu origem a um desenho animado, um videogame e um musical, que estreou em agosto de 2019 em São Paulo.

Roberto Gómez Bolaños, conhecido no México como “Chespirito” (um pequeno Shakespeare), criou o personagem Chaves como uma esquete de seu programa, intitulado com o apelido. Na primeira aparição, o garoto aparecia ao lado da Chiquinha (Maria Antonieta de las Nieves), tentando comprar balões vendidos pelo seu Madruga (Ramón Valdés) que, nessa versão, não era pai da menina.

O esquete do Chaves no programa “Chespirito” foi bem recebido pelo público, fazendo com que Bolaños escrevesse mais histórias com o personagem e, posteriormente, criasse um programa pr??prio para ele.

Ao todo, Chaves apareceu em cerca de 300 episódios, entre os que integraram o programa “Chespirito” e os produzidos no seriado “El Chavo del Ocho”. Ambos foram transmitidos no Brasil como “Chaves”.

A chegada ao Brasil
Silvio Santos lançou o SBT em 1981, época em que firmou um acordo com o canal Televisa para exibir as novelas mexicanas produzidas pela emissora.

A parceria se mostraria duradoura e, em 1984, a Televisa ofereceu ao canal brasileiro um pacote de novelas e programas variados. O contrato previa que, se o SBT comprasse as atrações, deveria obrigatoriamente exibi-las. Uma delas era “El Chavo del Ocho”.

Silvio viu algumas das fitas de “El Chavo del Ocho”. Os executivos do SBT acharam que o programa tinha uma péssima qualidade de produção e um humor ingênuo. Nesse momento, Silvio decidiu que compraria o programa.

Em agosto de 1984, “Chaves” foi exibido pela primeira vez no Brasil, dentro do programa "TV Powww!".

Chaves: o coringa do SBT
Desde que começou a ser exibido, “Chaves” é um sucesso de público e de audiência, com números sempre em alta.

Em 30 de julho de 2012, a reprise de “Chaves” superou a audiência dos Jogos Olímpicos de Londres. A prova de ginástica masculina, exibida pela Record, teve 6 pontos de audiência, enquanto o seriado do SBT se manteve com 8 pontos no mesmo horário. Cada ponto de audiência equivale a cerca de 73 mil domicílios com televisão.

No começo de 2017, “Chaves” voltou à programação do SBT após um período fora do ar. A estratégia fez com que a audiência do canal dobrasse naquele horário, com picos de 9,5 pontos.

O fato de ser querido pelo público fez com que o seriado mexicano se tornasse uma espécie de coringa do SBT, sendo exibido sempre que uma faixa de horário na programação apresentasse resultado abaixo do esperado.

Em 2018, o Grupo Globo comprou os direitos de transmissão de “Chaves” na TV paga, e passou a exibir o seriado no canal Multishow. Segundo o site TV Foco, o contrato desagradou Silvio Santos, que sentiu que sua parceria com a Televisa poderia estar ameaçada.

Por que Chaves segue cativando brasileiros
Ludimila Stival Cardoso é mestre em comunicação pela Universidade Federal de Goiás. Em sua dissertação de mestrado, ela argumenta que o seriado é um sucesso constante no Brasil por conta do lado humano dos personagens.

O artigo da pesquisadora afirma que “Chaves” traz personagens que representam estereótipos, o que leva os espectadores a projetarem emoções nos mesmos e torna as situações cômicas uma espécie de catarse.

Alguns dos estereótipos construídos pela série são “o garoto mimado” (Quico), “a malandra” (Chiquinha), a “mãe superprotetora” (Dona Florinda) e o “intelectual bonachão” (Professor Girafales).

Gustavo Berriel fundou em 2002 o fã-clube Chespirito Brasil e, desde 2006, participa das dublagens da obra de Bolaños. Originalmente, ele dublou os personagens Nhonho e o carteiro Jaiminho, e posteriormente também assumiu a voz do senhor Barriga.

Berriel disse ao Nexo que toda a obra de Chespirito apresenta elementos de clássicos do humor, como “O Gordo e o Magro” e os filmes de Charles Chaplin. Para ele, não existe uma única explicação por trás do sucesso permanente de “Chaves” no Brasil.

“É um sucesso que foi acontecendo naturalmente. Ele consegue captar a paixão de várias gerações por não ser datado, é um humor com situações atemporais, salvo algumas exceções. E isso contribui muito para esse sucesso constante. Ele não é um sucesso só no SBT, você pode ver o mesmo sucesso nas exibições do Multishow, no YouTube e em outras plataformas de mídias sociais”, afirmou.

O dublador também vê em “Chaves” uma grande qualidade textual, vinda de Bolaños, aliada a uma excelente performance dos outros atores que davam vida aos personagens da vila.

A América Latina na tela
Ao G1, Ludimila Stival Cardoso afirmou que a série consegue representar a relação entre os Estados Unidos e a América Latina. Para a pesquisadora, o senhor Barriga, o dono da vila em que a série se passa, representa os EUA, enquanto os moradores da vila representam os países latinos.

"O Senhor Barriga aparece como representante do lado Norte da América, os Estados Unidos, que detém o dinheiro e os meios de produção. Ele é o dono do local onde todos vivem e mostra uma representação da relação de poder dos Estados Unidos em relação aos países da América Latina principalmente nas décadas de 70 e 80”, disse.

Na série, a dona Florinda é retratada como a viúva de um capitão da Marinha mexicana. Antes dos eventos do seriado, a personagem e seu filho, Quico, eram muito ricos. Porém, com a morte de seu marido, ela acabou perdendo boa parte de sua fortuna. Para Cardoso, dona Florinda representa os países latino-americanos que passaram por crises econômicas.

A pesquisadora aponta o seu Madruga, que sempre está devendo o pagamento de seus aluguéis para o senhor Barriga, como uma analogia aos países que postergam o pagamento de suas dívidas, declarando moratória.

Representar a América Latina na tela era uma preocupação de Chespirito. Um de seus mais famosos personagens, o Chapolin Colorado, nasceu como uma paródia aos super-heróis dos Estados Unidos. O Chapolin tinha características completamente opostas às de figuras como o Batman e o Superman: não era ágil, nem forte e nem astuto, mas sempre era representado como uma figura de grande integridade moral e bondade.

Em artigo publicado pela revista História em Curso no ano de 2012, Daiana Maria da Silva, historiadora formada pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, argumenta, ao lado de outros autores, que o Chapolin Colorado é uma forte crítica à imposição da cultura americana no cotidiano dos países latinos.

Em 2006, a Televisa fez um movimento para apresentar o Chaves para novos públicos e gerações, criando “Chaves em desenho animado”, uma série em animação que trazia adaptações dos episódios mais famosos da série original e aventuras inéditas na vila.

A animação durou até 2014 e teve 135 episódios, divididos em sete temporadas. Dois anos antes do final do desenho, a Televisa lançou o jogo de videogame “El Chavo Kart”, o primeiro da franquia, que colocou os personagens da vila em pistas de corrida, em um formato similar ao jogo “Mario Kart”.

No Brasil, a Televisa levou o Chaves para o teatro. A peça “Chaves: um tributo musical” estreou em agosto de 2019, com temporada até o final de setembro. O espetáculo homenageia a obra de Chespirito como um todo, com cenas completas passadas na vila, trazendo o personagem e seus amigos. A peça contou com produção da Televisa, do SBT e de Roberto Gómez Fernández, o filho de Bolaños.

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Cesar Gaglioni / NEXO

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