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Natural, integral ou orgânico, a definição!

Falta de informação ou confusão, muitos fornecedores de alimentos não informam corretamente e muitos consumidores não sabem
Natural, integral ou orgânico, a definição!
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Natural, integral ou orgânico, a definição!

Por Claudio Ferreira

Falta de informação ou confusão, muitos fornecedores de alimentos não informam corretamente e muitos consumidores não sabem ou conhecem bem o que as famílias alimentares são e fazem pela saúde e bem-estar

A conscientização do consumidor melhorou, mas muita gente confunde os alimentos orgânicos com os naturais e ainda coloca na mesma “panela” a comida integral. No entanto, existem diferenças importantes entre as três definições dos alimentos – orgânico, natural e integral. Entenda as características de cada uma, seus benefícios e como é possível reconhecer e cobrar dos fornecedores os selos e certificações ou mesmo detalhamento dos componentes que facilitam o seu reconhecimento.

No geral, comida orgânica é aquela que desde o cultivo segue os preceitos de não utilização de agrotóxicos ou componentes químicos na sua produção, usa apenas fertilizantes naturais e investe em sementes que não são transgênicas, ou seja, modificadas geneticamente em laboratório.

Os alimentos integrais possuem como característica mais evidente o não processamento, conservando assim as características originais de quando colhidos. Um determinado produto pode ser totalmente integral ou utilizar componentes, como cereais e farelos, com essa propriedade. Já os produtos naturais são aqueles livres em sua composição de insumos artificiais como conservantes, corantes e outros ingredientes químicos. O que é considerado orgânico não é obrigatoriamente natural e vice-versa. Veja agora ainda mais informações que vão ajudar no seu dia a dia e melhorar a sua nutrição.

 

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Hora dos orgânicos

Um cultivo livre de agrotóxicos e derivados químicos que respeita a essência real dos alimentos e em total sintonia com o meio ambiente, essa pode ser uma boa definição dos produtos orgânicos. Com esses elementos, o sabor e a textura do alimento são realçados, a saúde das pessoas agradece e até mesmo o número de calorias é melhor balanceado.

A procura por alimentos mais saudáveis e saborosos são fatores que impulsionam o consumo dos orgânicos, mas não podemos esquecer dos benefícios para o produtor e para a terra e a água no entorno dos terrenos – infelizmente, o Brasil está no topo da lista dos que mais utilizam venenos no campo – com o abandono de aditivos químicos. O que, claro, não inibe a melhor higiene e limpeza dos alimentos na sua casa.

Mesmo o consumo de derivados de origem animal, como carnes, ovos, leite e laticínios, pode ser orgânico, desde que sua produção não faça uso de hormônios, remédios como antibióticos e demais insumos químicos, e observando uma alimentação igualmente orgânica.

Não é por acaso que o consumo dos orgânicos representa um ganho para a saúde das pessoas. Ao não ingerir venenos como pesticidas ou mesmo componentes modificados ou “embebidos” em químicos seus consumidores (de orgânicos) tendem e ter uma vida com menos riscos de doenças. E, melhor, como o consumo de proteínas e vitaminas naturais presentes nos alimentos orgânicos é reconhecidamente maior que nos produtos sem essa denominação, nosso organismo e defesas são fortalecidos.

Para diferenciar o que é orgânico daquilo que é mera propaganda enganosa exija dos produtores, das feiras e mercados provas da procedência do alimento. Se ele realmente está de acordo com as normas e práticas de produção específicas e se o produtor é certificado pelo Ministério da Agricultura ou entidades certificadoras.

Outro detalhe, para que um alimento seja 100% orgânico, ele deve ter todos os seus componentes cultivados desta forma, porém ainda pode ser considerado orgânico aquele que chega aos 95% desde que nos outros 5% não estejam sulfitos – sais utilizados para a conservação de alimentos.

E os integrais?

No campo dos alimentos, integral é tudo aquilo que não é processado ou refinado, algo comum em cereais e grãos, como trigo, arroz e outros, conservando os elementos originais da hora da colheita. Característica que preserva os nutrientes, fibras e mesmo a caloria original e nos livra do consumo de aditivos, conservantes e químicos em geral, como os corantes.

Assim temos o alimento em sua integridade de vitaminas, fibras, minerais e mesmo na água que ele traz consigo, algo impossível a partir do momento em que ele é processado. O “efeito colateral” positivo é uma comida mais saudável e que nos livra do excesso de sal e açúcares adicionais ou insumos químicos que apenas realçam artificialmente características como cor, aroma e conservação.

Mais comum em grãos e cereais, como falamos acima, os integrais podem abranger outros alimentos como frutas, legumes e mesmo leite e seus derivados – desde que não pasteurizado –, ovos e carnes em geral, até mesmo peixes. Desde que, claro, continuem sem adições ou processamento.

 

Por fim, os naturais

Alimento natural é tudo aquilo que não utiliza conservantes, aromatizantes, corantes, flavorizantes (que conferem sabor) ou qualquer outro elemento químico em sua composição. Mesmo que não tragam todos os benefícios dos orgânicos, embora também garantam seu sabor original e propriedades nutritivas, apresentam fatores interessantes para a saúde, especialmente para pessoas com problemas alérgicos que são mais sensíveis aos aditivos químicos.

A distinção daquilo que é natural do que é orgânico tem definições específicas nos órgãos regulamentadores locais e globais, e pode ser resumida assim: natural é tudo que não traz aditivos como os mencionados acima, enquanto os orgânicos, como falamos no início da matéria, decorre da sua própria forma de produção no campo.

Ou seja, um produto orgânico pode também ser natural e vice-versa, embora não seja obrigatório ou seja um decorrente do outro. Enquanto a linha divisória entre o que é integral e natural é bem tênue, mas existe. Pior, para o consumidor, é que a denominação de “natural” não traga com ela qualquer fiscalização ou normatização mais rigorosa ou efetiva, apenas partindo da indicação do produtor na embalagem.

Com as definições e características em mente, faça bom uso delas e adquira produtos e alimentos que vão beneficiar sua saúde. Continue perguntando e lendo as informações disponíveis nos vendedores e nos produtos, seja curioso e consulte o Guia Orgânico para saber mais e descobrir os melhores locais e produtos para suas compras.

 

Clique aqui e conheça a América Latina: 

Cataratas do Iguaçu do Brasil e da Argentina

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Tango, Carne e belezas naturais, a fascinante Argentina

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Falta de informação ou confusão, muitos fornecedores de alimentos não informam corretamente e muitos consumidores não sabem ou conhecem bem o que as famílias alimentares são e fazem pela saúde e bem-estar

A conscientização do consumidor melhorou, mas muita gente confunde os alimentos orgânicos com os naturais e ainda coloca na mesma “panela” a comida integral. No entanto, existem diferenças importantes entre as três definições dos alimentos – orgânico, natural e integral. Entenda as características de cada uma, seus benefícios e como é possível reconhecer e cobrar dos fornecedores os selos e certificações ou mesmo detalhamento dos componentes que facilitam o seu reconhecimento.

No geral, comida orgânica é aquela que desde o cultivo segue os preceitos de não utilização de agrotóxicos ou componentes químicos na sua produção, usa apenas fertilizantes naturais e investe em sementes que não são transgênicas, ou seja, modificadas geneticamente em laboratório.

Os alimentos integrais possuem como característica mais evidente o não processamento, conservando assim as características originais de quando colhidos. Um determinado produto pode ser totalmente integral ou utilizar componentes, como cereais e farelos, com essa propriedade. Já os produtos naturais são aqueles livres em sua composição de insumos artificiais como conservantes, corantes e outros ingredientes químicos. O que é considerado orgânico não é obrigatoriamente natural e vice-versa. Veja agora ainda mais informações que vão ajudar no seu dia a dia e melhorar a sua nutrição.

 

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Hora dos orgânicos

Um cultivo livre de agrotóxicos e derivados químicos que respeita a essência real dos alimentos e em total sintonia com o meio ambiente, essa pode ser uma boa definição dos produtos orgânicos. Com esses elementos, o sabor e a textura do alimento são realçados, a saúde das pessoas agradece e até mesmo o número de calorias é melhor balanceado.

A procura por alimentos mais saudáveis e saborosos são fatores que impulsionam o consumo dos orgânicos, mas não podemos esquecer dos benefícios para o produtor e para a terra e a água no entorno dos terrenos – infelizmente, o Brasil está no topo da lista dos que mais utilizam venenos no campo – com o abandono de aditivos químicos. O que, claro, não inibe a melhor higiene e limpeza dos alimentos na sua casa.

Mesmo o consumo de derivados de origem animal, como carnes, ovos, leite e laticínios, pode ser orgânico, desde que sua produção não faça uso de hormônios, remédios como antibióticos e demais insumos químicos, e observando uma alimentação igualmente orgânica.

Não é por acaso que o consumo dos orgânicos representa um ganho para a saúde das pessoas. Ao não ingerir venenos como pesticidas ou mesmo componentes modificados ou “embebidos” em químicos seus consumidores (de orgânicos) tendem e ter uma vida com menos riscos de doenças. E, melhor, como o consumo de proteínas e vitaminas naturais presentes nos alimentos orgânicos é reconhecidamente maior que nos produtos sem essa denominação, nosso organismo e defesas são fortalecidos.

Para diferenciar o que é orgânico daquilo que é mera propaganda enganosa exija dos produtores, das feiras e mercados provas da procedência do alimento. Se ele realmente está de acordo com as normas e práticas de produção específicas e se o produtor é certificado pelo Ministério da Agricultura ou entidades certificadoras.

Outro detalhe, para que um alimento seja 100% orgânico, ele deve ter todos os seus componentes cultivados desta forma, porém ainda pode ser considerado orgânico aquele que chega aos 95% desde que nos outros 5% não estejam sulfitos – sais utilizados para a conservação de alimentos.

E os integrais?

No campo dos alimentos, integral é tudo aquilo que não é processado ou refinado, algo comum em cereais e grãos, como trigo, arroz e outros, conservando os elementos originais da hora da colheita. Característica que preserva os nutrientes, fibras e mesmo a caloria original e nos livra do consumo de aditivos, conservantes e químicos em geral, como os corantes.

Assim temos o alimento em sua integridade de vitaminas, fibras, minerais e mesmo na água que ele traz consigo, algo impossível a partir do momento em que ele é processado. O “efeito colateral” positivo é uma comida mais saudável e que nos livra do excesso de sal e açúcares adicionais ou insumos químicos que apenas realçam artificialmente características como cor, aroma e conservação.

Mais comum em grãos e cereais, como falamos acima, os integrais podem abranger outros alimentos como frutas, legumes e mesmo leite e seus derivados – desde que não pasteurizado –, ovos e carnes em geral, até mesmo peixes. Desde que, claro, continuem sem adições ou processamento.

 

Por fim, os naturais

Alimento natural é tudo aquilo que não utiliza conservantes, aromatizantes, corantes, flavorizantes (que conferem sabor) ou qualquer outro elemento químico em sua composição. Mesmo que não tragam todos os benefícios dos orgânicos, embora também garantam seu sabor original e propriedades nutritivas, apresentam fatores interessantes para a saúde, especialmente para pessoas com problemas alérgicos que são mais sensíveis aos aditivos químicos.

A distinção daquilo que é natural do que é orgânico tem definições específicas nos órgãos regulamentadores locais e globais, e pode ser resumida assim: natural é tudo que não traz aditivos como os mencionados acima, enquanto os orgânicos, como falamos no início da matéria, decorre da sua própria forma de produção no campo.

Ou seja, um produto orgânico pode também ser natural e vice-versa, embora não seja obrigatório ou seja um decorrente do outro. Enquanto a linha divisória entre o que é integral e natural é bem tênue, mas existe. Pior, para o consumidor, é que a denominação de “natural” não traga com ela qualquer fiscalização ou normatização mais rigorosa ou efetiva, apenas partindo da indicação do produtor na embalagem.

Com as definições e características em mente, faça bom uso delas e adquira produtos e alimentos que vão beneficiar sua saúde. Continue perguntando e lendo as informações disponíveis nos vendedores e nos produtos, seja curioso e consulte o Guia Orgânico para saber mais e descobrir os melhores locais e produtos para suas compras.

 

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