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Metade dos ministérios do novo governo canadense será liderada por mulheres

Eleito em 19 de outubro, primeiro-ministro Justin Trudeau tomou posse nesta quarta-feira e anunciou sua equipe.
Metade dos ministérios do novo governo canadense será liderada por mulheres
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Metade dos ministérios do novo governo canadense será liderada por mulheres

Xandra Stefanel / Rede Brasil Atual

Eleito em 19 de outubro, primeiro-ministro Justin Trudeau tomou posse nesta quarta-feira e anunciou sua equipe. Como havia prometido durante a campanha, 15 dos 30 ministros são mulheres

Montreal – Depois de quase uma década sob o comando de Stephen Harper, do Partido Conservador, o Canadá elegeu no último dia 19 de outubro Justin Trudeau, filho de Pierre Elliot Trudeau, líder histórico no país, morto em 2000. Com uma agenda mais progressista, uma de suas promessas de campanha foi a paridade de gênero nos mais altos cargos de comando de seu governo. E cumpriu. Ao tomar posse, nesta quarta-feira (4), em Ottawa, ele apresentou sua equipe ministerial composta de 15 mulheres e 15 homens. Questionado, em uma entrevista coletiva, por que a paridade era importante para seu governo, o primeiro-ministro respondeu: “Porque é 2015!”.

Mesmo não estando no comando de nenhum ministério econômico, as pastas das novas ministras são consideradas importantes. Marie-Claude Bibeaut estará à frente do Ministério de Desenvolvimento Internacional; Chrystia Freeland assumirá o Comércio Internacional; antiga líder das Primeiras Nações, Jody Wilson-Raybould responderá pela Ministério da Justiça; Mélanie Joly ficará com a pasta do Patrimônio; Katherine McKenna será a responsável pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas; e a médica Jane Philpott comandará a Saúde, entre outras.

Há também sinais de que o novo governo pretende dar visibilidade e a devida importância às “minorias”. Em um país que traz um histórico conturbado com suas Primeiras Nações, a nomeação do chefe indígena Hunter Tootoo para o Ministério da Pesca, dos Oceanos e da Guarda Costeira Canadense é um aceno simbólico. O Ministério da Infraestrutura será comandado por Amarjeet Sohi, um imigrante que foi preso e torturado na Índia por dois anos, quando ainda era jovem.

Questões ligadas a deficiências físicas também deverão ser contempladas. Vítima de uma bala perdida que o deixou em uma cadeira de rodas, o ex-jogador de hóquei Kent Hehr foi nomeado ministro associado à pasta da Defesa. A ex-atleta paralímpica Carla Qualtrough assumirá a pasta Esportes e Pessoas com Deficiência.

Outra marca progressista de Trudeau é a questão da legalização da maconha. Durante a campanha, ele declarou que tinha a intenção de legalizar a cannabis com o intuito de torná-la menos acessível aos menores de idade e reduzir os crimes ligados ao comércio ilegal da droga.

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Eleito em 19 de outubro, primeiro-ministro Justin Trudeau tomou posse nesta quarta-feira e anunciou sua equipe. Como havia prometido durante a campanha, 15 dos 30 ministros são mulheres

Montreal – Depois de quase uma década sob o comando de Stephen Harper, do Partido Conservador, o Canadá elegeu no último dia 19 de outubro Justin Trudeau, filho de Pierre Elliot Trudeau, líder histórico no país, morto em 2000. Com uma agenda mais progressista, uma de suas promessas de campanha foi a paridade de gênero nos mais altos cargos de comando de seu governo. E cumpriu. Ao tomar posse, nesta quarta-feira (4), em Ottawa, ele apresentou sua equipe ministerial composta de 15 mulheres e 15 homens. Questionado, em uma entrevista coletiva, por que a paridade era importante para seu governo, o primeiro-ministro respondeu: “Porque é 2015!”.

Mesmo não estando no comando de nenhum ministério econômico, as pastas das novas ministras são consideradas importantes. Marie-Claude Bibeaut estará à frente do Ministério de Desenvolvimento Internacional; Chrystia Freeland assumirá o Comércio Internacional; antiga líder das Primeiras Nações, Jody Wilson-Raybould responderá pela Ministério da Justiça; Mélanie Joly ficará com a pasta do Patrimônio; Katherine McKenna será a responsável pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas; e a médica Jane Philpott comandará a Saúde, entre outras.

Há também sinais de que o novo governo pretende dar visibilidade e a devida importância às “minorias”. Em um país que traz um histórico conturbado com suas Primeiras Nações, a nomeação do chefe indígena Hunter Tootoo para o Ministério da Pesca, dos Oceanos e da Guarda Costeira Canadense é um aceno simbólico. O Ministério da Infraestrutura será comandado por Amarjeet Sohi, um imigrante que foi preso e torturado na Índia por dois anos, quando ainda era jovem.

Questões ligadas a deficiências físicas também deverão ser contempladas. Vítima de uma bala perdida que o deixou em uma cadeira de rodas, o ex-jogador de hóquei Kent Hehr foi nomeado ministro associado à pasta da Defesa. A ex-atleta paralímpica Carla Qualtrough assumirá a pasta Esportes e Pessoas com Deficiência.

Outra marca progressista de Trudeau é a questão da legalização da maconha. Durante a campanha, ele declarou que tinha a intenção de legalizar a cannabis com o intuito de torná-la menos acessível aos menores de idade e reduzir os crimes ligados ao comércio ilegal da droga.

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Xandra Stefanel / Rede Brasil Atual

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