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Hipotireoidismo: sintomas, diagnóstico, prevenção e tratamento

Saiba o que é esse distúrbio da tireoide pra lá de comum e quais as suas causas.
Hipotireoidismo: sintomas, diagnóstico, prevenção e tratamento
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Hipotireoidismo: sintomas, diagnóstico, prevenção e tratamento

Por Chloé Pinheiro e Goretti Tenorio

Saiba o que é esse distúrbio da tireoide pra lá de comum e quais as suas causas. E, claro, como detectar, controlar ou mesmo evitar o problema

O que é o hipotireoidismo? Trata-se, em resumo, da queda na produção dos hormônios da tireoide – a triiodotironina (T3) e a tiroxina (T4). Ele é o distúrbio mais comum dessa glândula, que fica na região do pescoço e lembra uma borboleta.

Seu desempenho repercute em todo o organismo, interferindo nos batimentos cardíacos, no ritmo do intestino, no humor e no ciclo menstrual das mulheres. A liberação das substâncias tireoide é orquestrada a partir da hipófise, estrutura que fica lá no cérebro.

Embora produzido em menor quantidade, o T3 é o composto que atua pra valer no ritmo do funcionamento de nossos órgãos. O T4, fabricado em maior volume, é bem menos potente. Durante seu trajeto pelo corpo, ele acaba transformado em T3 – esse, sim, o agente das principais operações do organismo.

No hipotireoidismo, ocorre uma diminuição da quantidade T3 e T4 que vai para a corrente sanguínea. Uma das causas da pane é a tireoidite de Hashimoto, doença autoimune em que o próprio sistema de defesa cria anticorpos para atacar as células da tireoide.

O hipotireoidismo costuma ser associado a um leve ganho de peso(eminentemente por acúmulo de líquidos) e uma dificuldade para se livrar de quilos extras. Mas essas são apenas as consequências mais visíveis da crise.

No déficit de T3 e T4, o coração diminui o bombeamento de sangue e pode sofrer com uma insuficiência cardíaca. Os rins não conseguem filtrar o líquido vermelho direito. O intestino fica mais lento e a pele resseca. Os olhos, por sua vez, correm um sério risco de glaucoma.

Crianças não estão livres de uma tireoide em marcha lenta. A falta dos hormônios prejudica o crescimento e pode levar à deficiência intelectual. Como nas primeiras semanas de vida é difícil perceber qualquer sinal do problema, o famoso teste do pezinho, feito em até 48 horas após o parto, é um grande aliado, pois consegue detectar o mau funcionamento da glândula do pescoço. Aí é possível iniciar o tratamento quanto antes para afastar o risco de danos neurológicos.

A causa mais frequente da baixa produção hormonal em crianças e adolescentes é a síndrome de Hashimoto. Ela pode aparecer em qualquer idade e, em geral, é notada nos mais jovens com baixo crescimento, atraso na puberdade, coceira e voz rouca.

 

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Saiba o que é esse distúrbio da tireoide pra lá de comum e quais as suas causas. E, claro, como detectar, controlar ou mesmo evitar o problema

O que é o hipotireoidismo? Trata-se, em resumo, da queda na produção dos hormônios da tireoide – a triiodotironina (T3) e a tiroxina (T4). Ele é o distúrbio mais comum dessa glândula, que fica na região do pescoço e lembra uma borboleta.

Seu desempenho repercute em todo o organismo, interferindo nos batimentos cardíacos, no ritmo do intestino, no humor e no ciclo menstrual das mulheres. A liberação das substâncias tireoide é orquestrada a partir da hipófise, estrutura que fica lá no cérebro.

Embora produzido em menor quantidade, o T3 é o composto que atua pra valer no ritmo do funcionamento de nossos órgãos. O T4, fabricado em maior volume, é bem menos potente. Durante seu trajeto pelo corpo, ele acaba transformado em T3 – esse, sim, o agente das principais operações do organismo.

No hipotireoidismo, ocorre uma diminuição da quantidade T3 e T4 que vai para a corrente sanguínea. Uma das causas da pane é a tireoidite de Hashimoto, doença autoimune em que o próprio sistema de defesa cria anticorpos para atacar as células da tireoide.

O hipotireoidismo costuma ser associado a um leve ganho de peso(eminentemente por acúmulo de líquidos) e uma dificuldade para se livrar de quilos extras. Mas essas são apenas as consequências mais visíveis da crise.

No déficit de T3 e T4, o coração diminui o bombeamento de sangue e pode sofrer com uma insuficiência cardíaca. Os rins não conseguem filtrar o líquido vermelho direito. O intestino fica mais lento e a pele resseca. Os olhos, por sua vez, correm um sério risco de glaucoma.

Crianças não estão livres de uma tireoide em marcha lenta. A falta dos hormônios prejudica o crescimento e pode levar à deficiência intelectual. Como nas primeiras semanas de vida é difícil perceber qualquer sinal do problema, o famoso teste do pezinho, feito em até 48 horas após o parto, é um grande aliado, pois consegue detectar o mau funcionamento da glândula do pescoço. Aí é possível iniciar o tratamento quanto antes para afastar o risco de danos neurológicos.

A causa mais frequente da baixa produção hormonal em crianças e adolescentes é a síndrome de Hashimoto. Ela pode aparecer em qualquer idade e, em geral, é notada nos mais jovens com baixo crescimento, atraso na puberdade, coceira e voz rouca.

 

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Por Chloé Pinheiro e Goretti Tenorio

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