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Coreia do Sul e Japão alcançam acordo sobre escravidão sexual

Japão vai dar 1 bilhão de ienes para um fundo de compensação às vítimas. Estima-se que cerca de 200 mil foram forçadas
Coreia do Sul e Japão alcançam acordo sobre escravidão sexual
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Coreia do Sul e Japão alcançam acordo sobre escravidão sexual

Japão vai dar 1 bilhão de ienes para um fundo de compensação às vítimas. Estima-se que cerca de 200 mil foram forçadas a prestar serviços sexuais.

Seul e Tóquio alcançaram nesta segunda-feira (28) um histórico acordo sobre o drama das mulheres submetidas à escravidão sexual pelo exército japonês durante a Segunda Guerra Mundial, anunciou o ministro sul-coreano das Relações Exteriores, sgundo a France Presse.

Japão aceitou depositar um bilhão de ienes (8,3 milhões de dólares) em indenização às vítimas sul-coreanas ainda vivas.

O acordo será “definitivo e irreversível” se o Japão assumir suas responsabilidades, declarou o ministro de relação exteriores Yun Byung-Se à imprensa após uma reunião com o colega japonês, Fumio Kishida.

“O sistema das ‘mulheres conforto’ (…) existiu em razão do envolvimento do exército japonês (…) e o governo japonês é plenamente consciente de sua responsabilidade”, declarou nesta segunda-feira aos jornalistas o ministro japonês das Relações Exteriores, Fumio Kishida, após as discussões com seu colega Yun Byung-Se.

“O acordo será definitivo e irreversível se o Japão assumir suas responsabilidades”, declarou o ministro Yun Byung-Se à imprensa.

O primeiro-ministro japonês expressou suas “sinceras desculpas e seu pesar” às vítimas, segundo Kishida.

Os ministros se reuniram nesta segunda em Seul para abordar o tema das “mulheres conforto”, um eufemismo utilizado pelos japoneses para se referir à prática do exército imperial, um assunto que abalou as relações entre os dois países durante décadas.

A presidente da Coreia do Sul, Park Geun-Hye, sustenta que este tema continua sendo “o maior obstáculo” para que ambos os países possam ter relações amistosas.

No mês passado Abe e a presidente sul-coreana, Park Geun-Hye, realizaram uma cúpula bilateral em Seul, na qual decidiram acelerar as negociações para solucionar o assunto.

Familiares de vítimas seguravam cartazes em frente ao Ministério sul-coreano das Relações Exteriores (Foto: AP Photo/Ahn Young-joon)

Familiares de vítimas seguravam cartazes em frente ao Ministério sul-coreano das Relações Exteriores (Foto: AP Photo/Ahn Young-joon)

Em 1993, Japão divulgou uma declaração na qual expressava “sinceras desculpas e arrependimento” às mulheres que sofreram uma “dor incomensurável, do ponto de vista físico e psicológico pelas feridas, depois que foram usadas como ‘mulheres conforto'”.

Segundo vários historiadores, 200 mil mulheres, principalmente coreanas, mas também chinesas, indonésias e de outras nacionalidades, foram submetidas à escravidão sexual pelo exército japonês. Na Coreia do Sul, restam 46 sobreviventes.

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Japão vai dar 1 bilhão de ienes para um fundo de compensação às vítimas. Estima-se que cerca de 200 mil foram forçadas a prestar serviços sexuais.

Seul e Tóquio alcançaram nesta segunda-feira (28) um histórico acordo sobre o drama das mulheres submetidas à escravidão sexual pelo exército japonês durante a Segunda Guerra Mundial, anunciou o ministro sul-coreano das Relações Exteriores, sgundo a France Presse.

Japão aceitou depositar um bilhão de ienes (8,3 milhões de dólares) em indenização às vítimas sul-coreanas ainda vivas.

O acordo será “definitivo e irreversível” se o Japão assumir suas responsabilidades, declarou o ministro de relação exteriores Yun Byung-Se à imprensa após uma reunião com o colega japonês, Fumio Kishida.

“O sistema das ‘mulheres conforto’ (…) existiu em razão do envolvimento do exército japonês (…) e o governo japonês é plenamente consciente de sua responsabilidade”, declarou nesta segunda-feira aos jornalistas o ministro japonês das Relações Exteriores, Fumio Kishida, após as discussões com seu colega Yun Byung-Se.

“O acordo será definitivo e irreversível se o Japão assumir suas responsabilidades”, declarou o ministro Yun Byung-Se à imprensa.

O primeiro-ministro japonês expressou suas “sinceras desculpas e seu pesar” às vítimas, segundo Kishida.

Os ministros se reuniram nesta segunda em Seul para abordar o tema das “mulheres conforto”, um eufemismo utilizado pelos japoneses para se referir à prática do exército imperial, um assunto que abalou as relações entre os dois países durante décadas.

A presidente da Coreia do Sul, Park Geun-Hye, sustenta que este tema continua sendo “o maior obstáculo” para que ambos os países possam ter relações amistosas.

No mês passado Abe e a presidente sul-coreana, Park Geun-Hye, realizaram uma cúpula bilateral em Seul, na qual decidiram acelerar as negociações para solucionar o assunto.

Familiares de vítimas seguravam cartazes em frente ao Ministério sul-coreano das Relações Exteriores (Foto: AP Photo/Ahn Young-joon)

Familiares de vítimas seguravam cartazes em frente ao Ministério sul-coreano das Relações Exteriores (Foto: AP Photo/Ahn Young-joon)

Em 1993, Japão divulgou uma declaração na qual expressava “sinceras desculpas e arrependimento” às mulheres que sofreram uma “dor incomensurável, do ponto de vista físico e psicológico pelas feridas, depois que foram usadas como ‘mulheres conforto'”.

Segundo vários historiadores, 200 mil mulheres, principalmente coreanas, mas também chinesas, indonésias e de outras nacionalidades, foram submetidas à escravidão sexual pelo exército japonês. Na Coreia do Sul, restam 46 sobreviventes.

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